Encerrando essa serie de notas sobre esse meu momento de paternidade propiciados pelas férias dos meus filhos, estou na reta final desse período de convivência intensa. Na quarta os "devolvo" a mãe na certeza que estreitei os laços que tinha com eles. Estou cansado, e nesse ponto tenho que admitir que admiro todas as mães e pais separados que criam seus filhos sozinhos. Não é fácil, mas se soubermos aproveitar a experiência quem acaba crescendo junto com eles somos nós mesmos. Se os amamos de verdade, damos conta direitinho. Acho que isso é o mais importante: Certificá-los que os amamos muito e dar a eles as orientações e modelos que precisam. Principalmente mostrar a vida como um mundo de possibilidades a serem descobertas mas que para cada uma faz-se necessária a devida responsabilidade de escolha.
Entrego os meus filhos a Deus e me coloco a disposição deles para acompanha-los nessa jornada!
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